Em resumo
Soberania judaica plena sobre a Terra de Israel, decisão em vez de gestão de rodadas de conflito, economia livre que reduz o custo de vida, liberação das terras do monopólio governamental e uma identidade judaica que devolve ao cidadão a liberdade e a escolha — na educação e na vida. Tudo deriva de um único princípio: devolver o país ao povo.
Às vezes nos complicamos com palavras grandes — segurança, economia, diplomacia. Mas a verdade é simples: todos os nossos problemas decorrem de uma única coisa — a fuga da nossa identidade. Cada vez que tentamos agradar ao mundo, recebemos uma onda de antissemitismo, boicotes, terrorismo e pressão; e cada vez que projetamos força e fé, recebemos apreço, respeito e cooperação.
A Terra de Israel não é terra de ninguém. Estamos aqui por direito, não por favor. Para que isso aconteça na prática, devemos devolver o país ao povo — não mais um pequeno Estado que reage a ameaças, mas um povo que sabe quem é, mantém-se de cabeça erguida e lidera a partir da sua identidade. Esta é a plataforma mais completa e detalhada já apresentada por um movimento político em Israel, e suas linhas de decisão são:
Economia livre e redução do custo de vida
O problema em Israel não é a falta de dinheiro — mas sim que a máquina estatal tira demais e sufoca a concorrência, a iniciativa e os pequenos negócios. Zehut devolve o poder ao cidadão.
Na prática
- Desmantelamento de barreiras à importação e redução de tarifas que encarecem a cesta.
- Guerra aos monopólios e cartéis — com ações, não com declarações.
- Simplificação dramática da burocracia e da regulamentação.
- Desmantelamento da Autoridade de Terras de Israel e liberação de terras para construção livre.
Segurança e soberania — sem desculpas, sem pedir desculpas
O próximo massacre não será evitado com mais uma cerca e mais um sensor. Ele será evitado quando o inimigo entender que o dono da casa voltou. Zehut exige uma mudança de rumo: vitória decisiva em vez de contenção, soberania em vez de dependência.
Na prática
- Definição de extorsão ('protection racket'), criminalidade nacionalista e tomada de controle hostil como terrorismo — e combate decisivo em conformidade.
- Governança plena no Negev, na Galileia e nas cidades mistas.
- Independência estratégica: a verdadeira amizade é entre iguais, não entre quem dita termos.
Governança — que devolvam o país ao povo
O Estado desapareceu de lugares inteiros. A anarquia não é um destino inevitável — é o resultado de anos de recuo e perda de identidade. Zehut vem para derrotar a anarquia, não para gerenciá-la.
Na prática
- Restauração da governabilidade na prática — com aplicação da lei e segurança pessoal no Negev, na Galileia e nas cidades mistas.
- Separação de poderes, constituição e descentralização de autoridade frente à centralização governamental.
- Propriedade real do cidadão sobre a terra.
Educação, identidade judaica e liberdade individual
A identidade judaica não é um setor — é a história nacional que mantém um país vivo. Zehut propõe um Estado judeu claro, com menos coerção e mais liberdade para o cidadão.
Na prática
- Voucher educativo: O orçamento retorna aos pais, que escolhem a escola que se adequa aos seus valores.
- Quebra do monopólio do Ministério da Educação e promoção da diversidade institucional.
- Redução da coerção na vida do indivíduo e fortalecimento da identidade judaica no espaço nacional.
A plataforma completa
A plataforma completa do Zehut
Devolvendo o país ao povo
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Fontes e referências oficiais
As posições da plataforma referem-se a órgãos e dados oficiais. Os links a seguir são fornecidos para consulta independente das fontes.

