A plataforma completa do Zehut
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Devolvendo o país ao povo

Voltar aos quatro pilares

Às vezes nos complicamos com grandes palavras – segurança, economia, diplomacia. Mas a verdade é simples: todos os nossos problemas decorrem de uma única coisa – esquecemos quem somos. Pense em uma criança na escola. Há um valentão que a intimida. Se a criança começar a se desculpar, a se humilhar ou a entrar em "negociações" com o valentão, todos sabem o que acontecerá: o valentão pisará nela ainda mais. Mas se a criança se mantiver firme, transmitir autoconfiança e fé na justiça do seu caminho – o valentão recuará.

É exatamente assim que somos como povo. Cada vez que tentamos agradar ao mundo – recebemos uma onda de antissemitismo, boicotes, terrorismo e pressão. E cada vez que projetamos força e fé – como na Guerra dos Seis Dias – recebemos apreço, respeito e cooperação. A Terra de Israel não é terra de ninguém. Ela é a Terra Prometida ao povo judeu, não um presente da ONU nem algum favor das nações do mundo. Estamos aqui por direito, não por favor.

E não apenas a terra – nós também. O povo de Israel tem qualidades que nenhuma outra nação possui: bondade sem limites, responsabilidade mútua que nos sustenta mesmo nos momentos mais difíceis, criatividade que mudou o mundo, dedicação e heroísmo infinitos. Somos sempre maiores do que a soma das nossas partes – porque fazemos parte de uma história gigante. Mas para que tudo isso aconteça na prática, devemos mudar para uma consciência diferente – devemos devolver o país ao povo! Não mais um pequeno Estado que reage a ameaças – mas sim um povo que sabe quem é, mantém-se firme e lidera a partir da sua identidade. E este é exatamente o papel do Zehut. Não mais remendo sobre remendo, mas sim uma visão que nos devolve a fé, nos conecta à nossa identidade e projeta força para dentro e para fora. Um povo que retornou à sua terra após dois mil anos não foi destinado a temer. Ele foi destinado a liderar.

Israel não apenas sobreviverá – ela se tornará uma potência e mostrará ao mundo como é um povo que vive e realiza o seu destino.

Liberdade

Chega de lutar contra a burocracia, a coerção e a regulamentação; em vez disso, um Estado que devolve ao cidadão a sua liberdade. Quando devolvermos o Estado ao povo, cada pessoa poderá escolher a sua vida com responsabilidade pessoal e comunitária. O Estado não ditará, mas sim viabilizará. Esta é a base para a iniciativa, a inovação e a prosperidade.

Identidade

Pagamos um preço enorme pela perda de rumo e pela fuga da nossa própria história. É hora de nos reconectarmos com quem somos. Quando devolvermos o Estado ao povo, cada criança crescerá com a sua identidade clara para si: um filho do povo eterno, continuador da corrente das gerações, vivendo na terra que lhe foi dada – e é daí que emana a sua soberania. Uma identidade clara é uma força que confere autoconfiança e segurança nacional.

Significado

Chega de sobrevivência diária sem horizontes; em vez disso, um propósito claro. Quando devolvermos o Estado ao povo, a vida pessoal e a vida nacional ganharão significado: ser um povo livre em nossa terra e levar a mensagem da identidade e da liberdade ao mundo. Não somos apenas mais um país pequeno que reage a ameaças – mas sim uma potência que lidera o caminho.

Estado enxuto e eficiente

Não mais um aparato complexo e inflado, que desperdiça dinheiro público, mas sim um Estado enxuto que funciona com eficiência e clareza. Quando devolvermos o Estado ao povo, o governo se concentrará apenas no essencial: segurança, justiça e infraestrutura nacional. Todo o resto retornará aos cidadãos, às comunidades e às iniciativas livres. Um Estado enxuto é um Estado forte.

Comunidades fortes

Não mais um cidadão dependente do Estado – mas sim comunidades independentes e prósperas. Quando devolvermos o Estado ao povo, cada comunidade poderá estabelecer instituições de educação, cultura e bem-estar de acordo com seus valores, por livre escolha. O Estado não imporá uniformidade, mas permitirá um florescimento diversificado que fortalece toda a sociedade – sem coerção, lutas internas ou ódio.

Sistema judicial equilibrado

Não mais um sistema judicial desconectado dos valores da nação, que dita valores estrangeiros e usurpa poderes que não lhe pertencem – mas sim uma justiça justa baseada nos valores eternos do povo de Israel e que protege os direitos do cidadão e a identidade do Estado. Quando devolvermos o Estado ao povo, o sistema judicial assumirá o seu devido lugar: salvaguardar a lei e as liberdades individuais, sem governar no lugar dos representantes eleitos pelo povo. A soberania do povo será preservada, e a verdadeira justiça prevalecerá.

Educação livre e construtora de identidade

Não mais um sistema de ensino público sufocante e uniforme – mas sim uma educação que cultiva uma geração livre, empreendedora e com identidade. Em Israel como uma potência judaico-israelense, os pais são os responsáveis pela educação de seus filhos. O Estado devolve a eles as ferramentas, o orçamento e a responsabilidade. Um sistema educacional diversificado permitirá que cada criança cresça a partir da curiosidade, da autoconfiança e de uma conexão profunda com suas raízes.

Família forte

Não mais o desmantelamento da família através da intervenção do Estado e da introdução de valores progressistas – mas sim a reconstrução da espinha dorsal social. Em Israel como uma potência israelense-judaica, a família volta a ser o centro da vida. O Estado tirará as suas mãos da família, fortalecerá os direitos dos pais e garantirá uma estrutura estável a partir da qual se constrói uma sociedade forte.

Bem-estar com responsabilidade

Não mais a dependência de mecanismos de assistência sufocantes – mas sim responsabilidade comunitária e apoio real aos necessitados. Em Israel como uma potência israelense-judaica, a rede de segurança social será construída em torno de comunidades e associações livres, com base na confiança mútua. Em vez de um mecanismo falido e alienado – um bem-estar caloroso, próximo e eficiente. O Seguro Nacional deixará de servir como um canal para financiar e incentivar comunidades não judaicas hostis ao Estado de Israel. Saúde real e não uma filial da indústria farmacêutica: não mais um sistema público refém das empresas farmacêuticas e da Organização Mundial da Saúde, que se revelou colaboradora do Hamas. Em Israel como uma potência israelense-judaica, cada cidadão receberá tratamento médico de qualidade, no momento e no local necessários. O Estado abrirá a livre concorrência entre os fundos de saúde e as seguradoras, e garantirá que cada um possa escolher o caminho que lhe convém.

Mídia livre e diversa

Não mais um monopólio da mídia que distorce a realidade – mas sim um mercado aberto de opiniões e vozes. Em Israel como uma potência israelense-judaica, a liberdade de expressão será verdadeiramente garantida: cada voz será ouvida, cada ideia poderá competir no livre mercado de opiniões. O jornalismo independente servirá ao público – não às elites.

Economia livre

Não mais burocracia, tarifas e protecionismo – mas sim verdadeira liberdade econômica. Promessa: em Israel como uma potência judaico-israelense, o mercado será aberto, competitivo e criativo. Eliminaremos barreiras artificiais, abriremos mercados e liberaremos iniciativas. O resultado: a riqueza não parará no Estado, mas chegará aos cidadãos..

Redução do custo de vida

Não mais a intervenção do Estado que encarece cada produto – mas sim um mercado livre que reduz os preços. Em Israel como uma potência israelense-judaica, os preços cairão drasticamente graças à abolição de tarifas e normas desnecessárias, à abertura das importações e à eliminação de monopólios. O salário de cada família renderá mais, proporcionando uma sensação de verdadeira abundância.

Habitação acessível em todo o país

Não mais casais jovens sufocados por hipotecas – mas sim construção livre e um mercado imobiliário próspero. Em Israel como uma potência israelense-judaica, as terras do Estado serão transferidas por sorteio para cada família judaica. O planejamento e a construção ocorrerão com base na liberdade e não em uma burocracia sufocante. As famílias poderão comprar uma casa em qualquer parte do país, a preços razoáveis, sem depender de comitês e de apadrinhados.

Indústria e empreendedorismo

Não mais uma economia dependente da mercê do governo – mas sim um 'ecossistema' de criação e inovação. Em Israel como uma potência israelense-judaica, empreendedores, agricultores e industriais receberão liberdade absoluta para criar, exportar e se desenvolver. A burocracia será reduzida, os impostos serão diminuídos – e Israel estará na vanguarda global como uma potência econômico-tecnológica.

Abundância como base para a liberdade

Não mais pobreza e dependência – mas sim riqueza que permite independência pessoal e social. Em Israel como uma potência israelense-judaica, cada cidadão poderá sustentar sua família com dignidade, empreender, sonhar e construir. A abundância econômica não é um luxo – é a condição para a verdadeira liberdade.

Segurança pessoal para cada judeu

Não mais medo nas ruas, cidades mistas abandonadas, norte e sul entregues a criminosos e à extorsão – mas sim segurança total em qualquer lugar do país. Quando devolvermos o Estado ao povo, cada judeu poderá caminhar com segurança em qualquer rua, no coração de qualquer cidade e em qualquer comunidade. A polícia estará ao lado do cidadão e não contra ele, e o Estado protegerá seus cidadãos com força e não os abandonará à criminalidade nacionalista.

Fim da aplicação seletiva da lei

Chega de uma situação em que o Estado persegue os cumpridores da lei e ignora os criminosos – mas sim uma lei única para todos. Quando devolvermos o Estado ao povo, a lei será aplicada com total igualdade: quem a violar será punido, e quem a cumprir receberá proteção. Chega de favoritismo, chega de medo dos criminosos. Isso é tão básico!

Verdadeira liberdade civil

Chega de um cidadão sem direitos diante de um Estado que o monitora – mas sim a liberdade pessoal como base para a confiança. Quando devolvermos o Estado ao povo, protegeremos os direitos civis: o direito de portar armas para legítima defesa, o direito à liberdade de expressão e o direito a uma vida sem intrusão desnecessária do Estado na privacidade.

Fim dos "ciclos" contra o crime

Chega de tratamento pontual e superficial – mas sim uma vitória decisiva real. Quando devolvermos o Estado ao povo, o Estado não vai "gerir o conflito" contra o crime, mas sim derrotá-lo. Quem "levantar a mão" contra o Estado ou contra os seus cidadãos – será detido, expulso ou severamente punido.

Liberdade e segurança juntas

Chega de dilema entre liberdade e segurança – mas sim uma combinação vencedora. Quando devolvermos o Estado ao povo, a segurança pessoal será garantida não através da opressão, mas sim através da liberdade: um Estado que devolve o poder ao cidadão, mas o apoia com a sua força.

Vitória decisiva em vez de "gestão de conflito"

Chega de ciclos intermináveis, chega de "acordo" com um inimigo que continua a armar-se – mas sim uma vitória decisiva e clara. Quando devolvermos o Estado ao povo, as FDI e a liderança do país voltarão a derrotar decisivamente os inimigos de Israel. Não nos contentaremos com cessar-fogos temporários! Devolveremos ao povo uma sensação de segurança real e uma vida sem uma espada sobre o pescoço.

Soberania plena em todas as partes da terra

Não mais territórios abandonados ou "zonas de controle" para uma entidade hostil, mas sim soberania israelense plena. Quando devolvermos o país ao povo, aplicaremos a soberania sobre a Judeia, Samaria e a Faixa de Gaza, garantiremos fronteiras seguras ao longo de toda a terra e eliminaremos o modelo da "Autoridade" que se tornou uma ameaça à nossa existência. Em qualquer território da nossa Terra Prometida do qual sejamos atacados e que, consequentemente, caia em nossas mãos, o inimigo será expulso e a soberania israelense plena será aplicada.

Segurança baseada na independência

Não mais dependência de ajuda americana ou de aprovação internacional, mas sim mantermo-nos firmes sobre os nossos próprios pés. Quando devolvermos o país ao povo, construiremos uma indústria de defesa independente, garantiremos a superioridade tecnológica e manteremos absoluta liberdade de ação diante de qualquer inimigo.

Exército com significado

Não mais recrutamento forçado baseado em igualdade artificial – mas sim um serviço fundamentado em identidade e propósito. Quando devolvermos o país ao povo, o exército será um lugar onde os jovens judeus assumem responsabilidade e significado, por escolha e por conexão com o povo e com a terra. O modelo garantirá tanto o poder militar quanto a resiliência social.

Segurança que permite a vida

Não mais viver sob a sombra da ansiedade constante, mas sim uma segurança real que concede um horizonte. Quando devolvermos o país ao povo, não protegeremos apenas as fronteiras, mas a própria vida. A segurança nacional não é um fim em si mesma – ela é a base para uma economia próspera, uma sociedade livre e uma vida cheia de significado.

Paz através da vitória, não da fraqueza

Não mais "gestão de conflito", não mais ilusões de Oslo – mas sim uma paz baseada na força. Em Israel como uma superpotência judaico-israelense, não negociaremos o nosso próprio direito de viver aqui. Derrotaremos o terrorismo, incentivaremos a emigração voluntária de populações hostis e estabeleceremos uma realidade na qual Israel governa com total soberania. Somente a partir da força virá também a tranquilidade e a paz.

Independência política

Não mais dependência da América, da Europa ou da ONU – mas sim independência total. Em Israel como uma superpotência israelense-judaica, conduziremos uma política externa baseada no puro interesse nacional, não no medo de críticas internacionais. Manteremos a liberdade de ação militar, política e econômica – e serviremos de exemplo para outras nações.

Jerusalém – o coração pulsante

Não mais uma cidade dividida ou sujeita a debate – mas sim uma capital unida e soberana. Em Israel como uma superpotência israelense-judaica, Jerusalém estará no centro da soberania judaica e internacional. Estabeleceremos nela as instituições do Estado, protegeremos os locais sagrados e projetaremos para o mundo inteiro a validade do nosso direito histórico e de fé.

Fim ao Estado "palestino"

Não mais a ilusão de "dois Estados" – mas sim uma realidade estável. Em Israel como uma superpotência israelense-judaica, nunca será estabelecido outro Estado árabe entre o Jordão e o mar. Ofereceremos aos residentes da região apenas três opções: residência permanente, cidadania em casos raros para quem provar lealdade total, ou um pacote de emigração. Esta é uma solução moral, estável e sustentável.

Israel como um farol global

Não mais um Estado que se desculpa – mas sim um Estado que lidera. Em Israel como uma superpotência israelense-judaica, seremos um modelo para o mundo inteiro: o povo de Deus que retornou à sua terra após 2.000 anos, estabeleceu nela um Estado livre, soberano e moral – e anuncia a mensagem de justiça e liberdade para todas as nações.

Perguntas e respostas

Geral

Isso é bonito na visão – mas como vocês farão isso na prática?
Não estamos inventando novas soluções, mas sim colocando a visão milenar do povo de Israel no lugar da visão progressista que levou à loucura de Oslo e ao massacre de Simchat Torah. Uma vez estabelecida a visão, simplesmente deixaremos de impedir que ela aconteça por si mesma. Removeremos todas as barreiras. O Estado hoje bloqueia a liberdade na educação, na habitação, na economia e na governança. No momento em que o poder for devolvido ao cidadão e à identidade judaica, a realidade mudará por si mesma. E quanto ao mundo? Não resistiremos às pressões internacionais O mundo respeita a força, não a fraqueza. Cada vez que tentamos agradar às nações do mundo – sofremos boicotes, terrorismo e antissemitismo. Cada vez que projetamos força (como na Guerra dos Seis Dias), recebemos reconhecimento e valorização. Israel, como uma potência israelense-judaica, será um modelo para outras nações, não um Estado que pede desculpas.
E quanto aos árabes que vivem aqui?
Ofereceremos a cada pessoa três opções: residência permanente; em casos raros e claros de comprovação de lealdade ao Estado de Israel como um Estado judeu, também será possível a cidadania plena; e para quem não desejar nenhuma dessas duas opções, haverá uma rota de emigração com uma compensação generosa. Chega da ilusão de um "Estado palestino" que desmoronará sobre nossas cabeças. Em vez de um conflito perpétuo – estabilidade clara.
E quanto à economia? Não vai entrar em colapso?
Hoje, a economia está sufocada por impostos, burocracia e monopólios. Nossa visão liberta o mercado, elimina barreiras e abre a concorrência – o que garante redução de preços, crescimento e abundância. Não é um sonho, é uma fórmula de sucesso comprovada em todos os lugares onde foi testada.
Como os jovens poderão comprar um apartamento em Israel – a potência israelense-judaica?
Quando devolvermos o Estado ao povo, o mercado imobiliário realmente se abrirá, em vez de ser sufocado pelo Estado: Liberação de terras: A maioria das terras em Israel é de propriedade do Estado (mais de 90%). Em vez de a Autoridade de Terras de Israel controlar, a terra para construção será sorteada para cada cidadão judeu para construção livre, sem monopólios e sem intermediação desnecessária. Eliminação de barreiras e comitês: Eliminaremos a burocracia que sufoca a construção. Chega de anos de espera por comitês de planejamento; em vez disso, um processo curto, transparente e direto. Eliminação de impostos imobiliários: O imposto sobre a compra de imóveis, taxas e impostos de construção artificiais serão eliminados. Assim, o preço para os jovens cairá dezenas de pontos percentuais. Construção em todo o país: Não apenas no centro. A Judeia e Samaria, o Negev e a Galileia serão abertos para construção judaica em larga escala, com infraestrutura de transporte avançada. Concorrência real: Quando cada empreendedor e cada jovem casal puderem adquirir terras e construir – a concorrência reduzirá os preços e tornará a casa acessível a todos. Qualquer jovem casal poderá comprar um apartamento a um preço razoável, não como um presente dos pais nem como um sonho impossível. A casa voltará a ser algo natural e não um privilégio apenas para os ricos.
Como será a vida de um proprietário de empresa em Israel como uma potência israelense-judaica?
No Israel de hoje, o proprietário de empresa é frequentemente um escravo do Estado : Burocracia infinita, tributação sufocante, regulamentação instável, fiscais, multas e incerteza constante. Quando devolvermos o Estado ao povo: Liberdade empreendedora: O proprietário de empresa não implorará a funcionários públicos, mas terá total liberdade para empreender, abrir um negócio e se desenvolver. O licenciamento e a burocracia serão reduzidos ao mínimo necessário. Tributação justa e mínima: Em vez de um sistema tributário complexo e punitivo – um imposto simples, baixo e transparente. O proprietário de empresa saberá exatamente quanto está pagando, e o dinheiro ficará com ele para investir no negócio. Livre concorrência: Chega de favoritismo para apadrinhados ou de um mercado controlado por um punhado de magnatas. Qualquer pequena empresa poderá competir de forma justa e crescer. Segurança empresarial: O proprietário de empresa não precisará temer criminosos, extorsão ("protection") ou o abandono por parte da polícia. A segurança pessoal e econômica será garantida em todos os lugares. Economia em crescimento: Em um mercado aberto e livre, com impostos baixos e burocracia reduzida – mais clientes poderão comprar, mais empresas prosperarão e mais oportunidades se abrirão. O proprietário de empresa viverá uma vida de criação, não de sobrevivência. Seu negócio será uma fonte de sustento, orgulho e desenvolvimento – não uma fonte de ansiedade.
E quanto à segurança? Podemos realmente vencer de forma decisiva?
Sim. Os nossos inimigos alimentam-se da nossa fraqueza. No momento em que recuperarmos a fé na justiça do nosso caminho, venceremos militar e politicamente. Não há povo tão forte como o nosso quando acredita na justiça do seu caminho, e isso só acontecerá (!) a partir de uma conexão com a identidade.
No final, tudo é política – como é que isso vai acontecer se vocês não estão no poder?
Nós oferecemos uma visão e não apenas mais um remendo. O público está sedento por algo real, não por uma "gestão de crise". Quanto mais israelenses se conectarem com a identidade e com a visão que devolverá o país ao povo, mais forte surgirá a força política que a concretizará. Este não é um processo que acontecerá da noite para o dia, mas é um processo real e imparável.
E se vocês falharem como falharam no passado?
Graças aos nossos anos de atividade, Israel tem hoje um movimento com uma visão madura e uma plataforma abrangente que dá esperança ao público em geral. A questão não é se falharemos novamente, mas sim se o povo de Israel pode dar-se ao luxo de continuar no caminho que o levou a esta terrível crise – sem identidade, sem soberania e sem poder.
Não haverá um caos cultural?
Pelo contrário – quando há liberdade, há criação. Cada comunidade desenvolverá as suas próprias instituições de ensino e cultura, e todas competirão pela qualidade. Isso criará abundância cultural, não caos.
Isso soa messiânico demais. E quanto às pessoas seculares?
A ideia de devolver o país ao povo não é um plano religioso. A identidade judaica pertence a todos nós: seculares, religiosos, tradicionalistas. Isto não é coerção religiosa – é liberdade identitária. Cada um encontra o seu lugar, por livre escolha.
Como será um dia na vida de uma criança em Israel, a potência israelense-judaica?
Não mais uma criança que recebe uma educação uniforme, alienada e sem raízes. Cada criança aprenderá por escolha, identidade e pertencimento. Ela acordará para uma escola que seus pais escolheram para ela, aprenderá sobre sua história e herança com orgulho, e crescerá com verdadeira liberdade para se desenvolver de acordo com seus talentos.
O que acontecerá com as cidades mistas, como Lod, Ramla e Haifa?
Na realidade atual, os judeus vivem com medo, e o Estado tem medo de aplicar a lei. Quando devolvermos o Estado ao povo, não haverá área abandonada: a lei será aplicada com total igualdade, e a governabilidade retornará a cada bairro. Os judeus poderão viver em qualquer lugar do país com total segurança – sem medo de violência, extorsão por proteção ou ação afirmativa.
A academia ou a liberdade de expressão não serão prejudicadas?
Pelo contrário. Hoje, a academia e a mídia sofrem de um monopólio ideológico – não de uma liberdade real. Quando devolvermos o Estado ao povo, toda opinião poderá ser ouvida, toda pesquisa poderá ser realizada sem coerção ideológica. A liberdade de expressão será verdadeiramente protegida – não apenas para quem pensa "corretamente".
Como será o sistema educacional na prática - quem pagará?
Em Israel como uma potência judaico-israelense, o orçamento retornará aos pais. Cada pai receberá um voucher de educação e escolherá uma escola que se adapte aos seus valores. Assim, a igualdade de oportunidades é preservada – sem coerção e sem uma uniformidade deprimente.
E quanto aos estudos do currículo básico e os ultraortodoxos?
O Estado não imporá conteúdos, mas permitirá a liberdade. Quem optar por abrir mão dos estudos do currículo básico não receberá o voucher de educação e assumirá a responsabilidade por sua escolha. Na prática, a maioria dos pais buscará uma educação de qualidade que integre judaísmo, identidade e ferramentas para a vida.
O que acontecerá com os subsídios e a assistência aos mais necessitados em Israel como uma superpotência israelense-judaica?
Hoje a situação é sombria: uma grande parte do dinheiro não chega aos necessitados, mas vai para a burocracia e o funcionalismo público. Existe ação afirmativa para minorias e, frequentemente, os judeus que trabalham pagam mais e recebem menos. Deficientes, idosos, doentes crônicos e famílias pobres são forçados a implorar e travar batalhas contra o sistema.
Como isso afetará as relações do judaísmo da diáspora com Israel?
Hoje, os judeus na diáspora sentem alienação, porque Israel transmite confusão e fraqueza. Quando devolvermos o Estado ao povo, projetaremos orgulho e confiança em nossa identidade, e fortaleceremos a conexão com os judeus da diáspora por meio da inspiração e não de desculpas. Israel será para eles uma âncora de identidade – não apenas um refúgio em tempos de crise.
E quanto ao custo desta transição? Como pagaremos por tudo isso?
Hoje o público paga um preço altíssimo – em impostos, burocracia, custo de vida e no enorme desperdício do Estado. Quando devolvermos o Estado ao povo, eliminaremos impostos e barreiras desnecessárias, reduziremos a máquina pública e devolveremos o poder aos cidadãos. Isso não custará mais, economizará bilhões e liberará recursos imensos para educação, saúde e infraestrutura.

Sociedade e Minorias

O que acontecerá com os cidadãos árabes de Israel?
Hoje a realidade é de uma dupla mentira : por um lado, o Estado concede ação afirmativa e recursos imensos; por outro lado, tem medo de aplicar a lei e abandona as ruas. O resultado: os judeus sentem-se estrangeiros em sua própria terra, e os próprios árabes vivem em um ambiente de hostilidade, violência e crime. Quando devolvermos o Estado ao povo, as regras serão claras: Quem aceitar Israel como um Estado judeu e soberano – viverá aqui com dignidade, igualdade perante a lei e segurança. Quem se recusar a aceitar a identidade do Estado, poderá escolher a emigração voluntária, acompanhada de uma compensação generosa. Não haverá mais ação afirmativa que favoreça uma minoria em detrimento da maioria; não haverá mais o abandono de cidades mistas. Haverá uma única lei para todos e a lei será realmente aplicada.
E quanto aos drusos, cristãos e circassianos?
As minorias que demonstraram lealdade ao Estado de Israel como um Estado judeu – lutaram ao seu lado, pagaram um preço alto e construíram uma vida comum aqui – merecem pleno reconhecimento e respeito. Quando devolvermos o Estado ao povo: Qualquer minoria leal receberá direitos plenos, poderá prosperar econômica e socialmente e desfrutará de segurança pessoal. A distinção será clara: Lealdade ao Estado judeu = direitos plenos. Hostilidade ao Estado judeu = sem direitos políticos. Assim garantiremos estabilidade, confiança e justiça – sem confusão e sem duplicidade moral.
E quanto aos direitos LGBT?
Israel não é um Estado de coerção religiosa – mas sim um Estado de liberdade e identidade judaica. A visão do Zehut não interfere na vida privada: Cada pessoa poderá viver a sua vida como escolher, desde que respeite a lei. Não haverá discriminação institucional contra LGBT, assim como não haverá imposição de uma agenda LGBT sobre a sociedade como um todo. A liberdade é de todos – e cada comunidade poderá moldar a sua vida e os seus valores sem impor aos outros.

Justiça e democracia

Vocês não vão prejudicar a democracia?
Hoje a democracia foi sequestrada por um sistema judicial não eleito que anula, repetidas vezes, a decisão do povo. Isso não é democracia, é o governo de burocratas. Quando devolvermos o Estado ao povo: O poder voltará para os representantes eleitos – aqueles que representam o povo. O sistema judicial voltará ao seu papel: julgar de acordo com a lei, não gerir políticas. Assim se renovará uma verdadeira democracia , na qual a maioria define o caminho e a minoria tem seus direitos protegidos.
Como garantirão que os tribunais não voltem a governar?
Restauraremos o equilíbrio básico dos três poderes: A Knesset legislará. O governo administrará. A Suprema Corte será eleita diretamente pelo povo e os tribunais julgarão de acordo com os valores da nação. O significado disso é que o tribunal não poderá anular decisões políticas ou interferir em questões de valores – mas sim se ocupará da justiça e da aplicação da lei. Isso garante um sistema estável e justo, sem a tirania dos juízes e sem a tirania do governo.
E quanto à liberdade de expressão?
Hoje, a liberdade de expressão em Israel é seletiva – certas opiniões recebem proteção absoluta, enquanto outras são perseguidas. Quando devolvermos o Estado ao povo: A liberdade de expressão será garantida a todos: direita, esquerda, religiosos, seculares. Nenhuma opinião será proibida de ser ouvida – mesmo que não seja popular. Apenas a incitação à violência será proibida – não a crítica política ou de fé. Assim garantiremos um espaço público real, aberto e diverso.

Relações Exteriores e Diáspora

Como os EUA reagirão?
Os EUA respeitam a força e não a fraqueza. Sempre que Israel se impôs – as relações com os EUA se fortaleceram (Guerra dos Seis Dias, eliminação das baterias de mísseis). Sempre que tentamos bajular – sofremos pressões e humilhações (Oslo, o Desengajamento). Quando devolvermos o país ao povo, a relação com os EUA se baseará em uma parceria real – não em relações de dependência.
Como isso afetará o judaísmo da diáspora?
Hoje, os judeus da diáspora se afastam porque Israel transmite confusão e fraqueza. Quando devolvermos o país ao povo: transmitiremos orgulho, identidade e autoconfiança. Seremos para eles uma âncora de inspiração, não apenas um refúgio em tempos de emergência. Israel se tornará um centro global de identidade judaica e aproximará judeus de todas as comunidades.
E quanto à Europa?
A Europa continuará a nos criticar, porque isso faz parte do seu DNA. Mas, no final, nela preferirá comercializar conosco, desfrutar da nossa tecnologia e agricultura, e cooperar na segurança. A realidade prova: a força atrai alianças, a fraqueza traz boicotes.

Do programa oficial do partido Zehut — "Devolvendo o Estado ao Povo" (edição de 5786, 2026).

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