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A Zehut vai desperdiçar votos da direita?
O voto é desperdiçado quando se vota na "direita" e se obtém mais do mesmo que nos trouxe até aqui. Zehut não veio para fortalecer uma concepção — veio para substituí-la.
Extremista demais?
Extremismo é viver com um massacre como uma possibilidade razoável. Extremismo é transformar uma geração de servidores em escravos de hipotecas. A verdade só parece extrema quando a mentira se torna a norma.
Templo? Delírio messiânico?
Zehut não busca transformar o país em um Estado de coerção. Ela busca parar de fugir da identidade nacional. Quando um povo não sabe quem é — não sabe como se defender.
É bonito na visão — mas como vocês farão isso na prática?
Não estamos inventando novas soluções, mas sim apresentando a visão milenar do povo de Israel. Uma vez estabelecida a visão, removeremos as barreiras. O Estado hoje bloqueia a liberdade na educação, na habitação, na economia e na governança — no momento em que o poder for devolvido ao cidadão, a realidade mudará por si mesma.
E se vocês falharem como falharam no passado?
Graças aos nossos muitos anos de atividade, Israel tem hoje um movimento com uma visão madura e uma plataforma abrangente. A questão não é se falharemos novamente, mas se o povo de Israel pode se dar ao luxo de continuar no caminho que levou à crise — sem identidade, sem soberania e sem força.
Qual é a abordagem econômica da Zehut?
Mercado livre e redução da intervenção estatal. A Zehut defende que uma redução drástica de impostos e regulamentações devolverá dinheiro e poder ao cidadão, aumentará a concorrência e reduzirá o custo de vida — em vez de mais orçamentos e centralização.
Como a Zehut propõe reduzir o custo de vida?
Através da abertura dos mercados à concorrência, eliminação de barreiras à importação e monopólios, e corte da burocracia que encarece produtos e serviços. Quando o Estado deixa de "proteger" os monopólios — os preços caem.
Qual é a solução da Zehut para o problema da habitação para casais jovens?
Liberação de terras do monopólio governamental e redução dos processos de planejamento e construção. Uma oferta maior e mais rápida reduz os preços — em vez de subsídios que perpetuam a carestia.
Como a Zehut trata os trabalhadores autônomos e as pequenas empresas?
O trabalhador autônomo é o motor do crescimento. A Zehut busca facilitar drasticamente a sua vida — menos impostos, menos burocracia, menos fiscalização — para que seja fácil abrir e gerir um negócio em Israel.
Qual é a posição da Zehut sobre a carga tributária?
A carga tributária em Israel é alta demais e prejudica a classe média e os jovens. A Zehut apoia uma ampla redução de impostos, acreditando que o dinheiro nas mãos do cidadão funciona melhor do que o dinheiro nas mãos de um burocrata.
Qual é a concepção de segurança da Zehut?
Vitória, não "gestão de rodadas". A Zehut defende que Israel deve agir para alcançar uma decisão clara e uma dissuasão real, a partir da soberania judaica sobre a Terra de Israel — em vez de uma política reativa que perpetua a próxima rodada.
Qual é a posição da Zehut sobre a soberania?
Soberania judaica plena sobre a Terra de Israel como princípio fundamental — não como moeda de troca. A identidade e a segurança de Israel baseiam-se na propriedade clara do povo sobre a sua terra.
Qual é a posição da Zehut sobre o direito do cidadão de portar armas?
A Zehut apoia a ampliação do direito do cidadão comum de portar armas para autodefesa. Um cidadão armado e responsável é um pilar da segurança pessoal, especialmente em tempos de ameaça.
Como a Zehut vê o papel dos soldados e reservistas?
O soldado e o reservista carregam o fardo e merecem pleno reconhecimento e direitos. A Zehut enfatiza quem serve e protege, e a eliminação da injustiça burocrática que os prejudica.
Desistir da ajuda americana é suicídio?
O objetivo é o desmame gradual e a independência. A verdadeira amizade existe entre iguais. Dependência não é uma aliança — é uma imposição.
O que a Zehut propõe corrigir na governança?
Devolver o poder do Estado ao cidadão. A Zehut apoia uma verdadeira separação de poderes, uma constituição e a descentralização de competências — para que o governo sirva ao cidadão, e não o contrário.
Por que o governo "não consegue executar" e qual é a solução?
O excesso de centralização e a burocracia sufocante impedem a execução. A Zehut propõe descentralizar competências, fortalecer o governo local e tornar a administração responsável e transparente perante o cidadão.
Qual é a posição da Zehut sobre uma constituição e a separação de poderes?
A Zehut apoia uma constituição que proteja a liberdade individual e defina limites claros ao poder governamental, com uma verdadeira separação de poderes que impeça a concentração de poder nas mãos de uma única entidade.
O que significa "devolver o Estado ao povo"?
Que o cidadão, e não o sistema, seja o soberano. Descentralização, transparência e responsabilidade transformam o Estado em um servidor de seus cidadãos, em vez de um mecanismo que os controla.
Vocês não vão prejudicar a democracia?
Hoje, a democracia foi sequestrada por um sistema judicial não eleito que anula repetidamente a decisão do povo. Devolveremos o poder aos representantes eleitos, e o sistema judicial voltará ao seu papel — julgar de acordo com a lei, não gerir políticas.
Qual é a visão de educação da Zehut?
Liberdade de escolha. A Zehut defende que os pais — e não o Ministério da Educação — escolham a educação de seus filhos, quebrando o monopólio governamental e financiando o aluno em vez do sistema.
O que é um "voucher de educação / financiamento do aluno"?
Um orçamento que acompanha o aluno até a instituição que os pais escolherem, em vez de ficar preso a um único sistema. Isso gera concorrência, o que melhora a qualidade da educação para todos.
Por que a Zehut quer quebrar o monopólio do Ministério da Educação?
Porque o monopólio prejudica a qualidade e a liberdade. Quando os pais podem escolher, as instituições competem em qualidade — e a criança, não o sistema, fica no centro.
O que a Zehut oferece aos pais?
Controle real: o direito de escolher o caminho educacional, os valores e a estrutura para seus filhos, com um orçamento público que respeite essa escolha.
Como a liberdade de escolha na educação se conecta às posições da Zehut?
É uma expressão direta do princípio da liberdade e da identidade — o cidadão é responsável por sua vida e pela educação de seus filhos, e o Estado viabiliza em vez de ditar.
O que acontecerá com os cidadãos árabes de Israel?
As regras serão claras: quem aceita Israel como um Estado judeu e soberano — viverá aqui com dignidade, igualdade perante a lei e segurança. Uma lei para todos, e a lei será realmente aplicada.
Isso soa messiânico demais. E quanto às pessoas seculares?
A ideia de devolver o Estado ao povo não é um plano religioso. A identidade judaica pertence a todos nós: seculares, religiosos, tradicionalistas. Isso não é coerção religiosa — é liberdade identitária. Cada um encontra o seu lugar por livre escolha.
E quanto ao mundo? Não resistiremos às pressões internacionais?
O mundo respeita a força e não a fraqueza. Cada vez que tentamos agradar às nações do mundo — sofremos boicotes, terrorismo e antissemitismo. Cada vez que projetamos força — recebemos reconhecimento e apreço. Israel será um modelo para outras nações, não um Estado que pede desculpas.

