Segurança e soberania — sem desculpas, sem pedir desculpas
Chega de "rodadas". Zehut defende a vitória decisiva, a dissuasão real e uma soberania judaica clara sobre a Terra de Israel.

Quantas rodadas você já viu na sua vida? Quantas vezes você ouviu que estamos "restaurando a dissuasão" — e depois ela volta? O problema não é tático, é conceitual. Um Estado que gerencia uma situação em vez de decidi-la convida a próxima rodada.
Zehut defende que o objetivo da guerra é a vitória. A verdadeira dissuasão vem de uma posição clara: a Terra de Israel pertence ao povo de Israel, e isso não é uma moeda de troca. A partir dessa segurança — na identidade, na propriedade, na justiça do caminho — deriva também a capacidade de agir com determinação. Nós vemos o soldado e o reservista que carregam o fardo, e acreditamos que eles merecem reconhecimento e direitos plenos, sem a injustiça burocrática que os persegue após o serviço. E apoiamos o direito do cidadão comum de portar armas e proteger a si mesmo e à sua família — porque a segurança pessoal também começa no próprio indivíduo.
A verdadeira segurança não é apenas armas. Ela é uma visão de mundo sobre quem somos e por que estamos aqui.
Na prática
- Definição de extorsão ('protection racket'), criminalidade nacionalista e tomada de controle hostil como terrorismo — e combate decisivo em conformidade.
- Governança plena no Negev, na Galileia e nas cidades mistas.
- Independência estratégica: a verdadeira amizade é entre iguais, não entre quem dita termos.
Perguntas e respostas sobre o tema
Qual é a concepção de segurança da Zehut?
Vitória, não "gestão de rodadas". A Zehut defende que Israel deve agir para alcançar uma decisão clara e uma dissuasão real, a partir da soberania judaica sobre a Terra de Israel — em vez de uma política reativa que perpetua a próxima rodada.
Qual é a posição da Zehut sobre a soberania?
Soberania judaica plena sobre a Terra de Israel como princípio fundamental — não como moeda de troca. A identidade e a segurança de Israel baseiam-se na propriedade clara do povo sobre a sua terra.
Qual é a posição da Zehut sobre o direito do cidadão de portar armas?
A Zehut apoia a ampliação do direito do cidadão comum de portar armas para autodefesa. Um cidadão armado e responsável é um pilar da segurança pessoal, especialmente em tempos de ameaça.
Como a Zehut vê o papel dos soldados e reservistas?
O soldado e o reservista carregam o fardo e merecem pleno reconhecimento e direitos. A Zehut enfatiza quem serve e protege, e a eliminação da injustiça burocrática que os prejudica.
Desistir da ajuda americana é suicídio?
O objetivo é o desmame gradual e a independência. A verdadeira amizade existe entre iguais. Dependência não é uma aliança — é uma imposição.
